Forro Mineral OWA Janus na Isoline
fevereiro 3, 2017 vazio Nenhum Comentário

O forro acústico para controle do ruído era usado apenas para estúdios, salas de música, teatros e cinemas até a primeira metade da década de 90.

Atualmente o forro acústico para controle do ruído é quase que padrão em projetos de áreas com grande fluxo de pessoas. Restaurantes, escritórios em geral recepção e lobby de prédios contam com o forro acústico para minimizar os ruídos e tornar o ambiente mais agradável.

A aplicação do forro acústico contribui para a melhoria do ambiente, para a nitidez do som e consequentemente para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que frequentam o local.

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Forro Acústico para o controle do ruído Isoline

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Acompanhe trecho da matéria publicada na Revista Arquitetura e Urbanismo

POR SILVANA ROSSO
CONTROLE DO SOM NO AMBIENTE

“Para decidir qual o tratamento adequado, é necessário medir o espectro do ruído e como ele se comporta em todas as faixas de frequência”, recomenda Solano.

Já a verificação dos níveis de intensidade sonora e do desempenho aceitável dos espaços é realizada segundo a NBR 10.152 (em revisão), que fixa as condições exigíveis para a avaliação da aceitabilidade do ruído ambiente.
A absorção de som é o principal critério de um produto acústico e a ferramenta para se obter um espaço confortável acusticamente. Os materiais absorventes convertem em calor parte do som que incide sobre eles.

A outra parte é refletida de volta ao ambiente. Quanto mais som for absorvido, maior o coeficiente de absorção sonora de um forro. A absorção dos materiais é representada em índices por faixa de frequência, dentro da faixa audível para o ouvido humano.

Os forros também podem apresentar a propriedade de atenuar e articular o som de forma a oferecer privacidade acústica entre dois ambientes adjacentes, principalmente em espaços corporativos, onde o som pode penetrar no plenum e ser transmitido para outras áreas.
Apesar de depender de vários fatores, a qualidade acústica do local pode ser resumida em inteligibilidade do som, ou seja, a porcentagem de som que um ouvinte consegue entender. Uma das causas da falta de inteligibilidade nos espaços é a reverberação.

A absorção do som pelo forro acústico é uma das formas de controlar a reverberação e auxilia na uniformização do campo acústico, garantindo a inteligibilidade e o conforto. “Mas o uso de materiais absorventes deve ser encarado com cuidado, pois eles não absorvem igualmente todas as frequências, causando distorções no som”, alerta Fernandes.

Se a preocupação é a conversa, os níveis padrão de absorção sonora serão entre 500 Hz a 4.000 Hz. Para a absorção de ruídos de baixa frequência, como o ronco de um motor com frequência abaixo de 500 Hz, deve-se buscar um produto que apresente bom desempenho nessa faixa.

Fonte: Revista Arquitetura e Urbanismo
Autora: Silvana Rosso
Blog da Silvana Rosso: Blog da Siu

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