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Caixa quer estimular reciclagem de resíduos de construções.

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Drywall,economia na indústria,Sustentabilidade | terça-feira 28 junho 2011 14:03

A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira (27) chamada pública para implementação de projetos para gestão de resíduos sólidos de construção e demolição, feitos por consórcios públicos e prefeituras municipais.

O Fundo Socioambiental Caixa poderá aplicar até R$ 3,8 milhões nos projetos. O investimento contribuirá para a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Segundo comunicado da Caixa, “a seleção tem como objetivo estimular a reciclagem de resíduos de construção e demolição, e seu reaproveitamento nas obras, além de promover a educação ambiental e a mobilização da sociedade”. Os projetos serão recebidos até o dia 26 de agosto de 2011.

A geração de resíduos de construção e demolição é oriunda da construção da infraestrutura urbana e abrange a fase de implantação da obra, execução dos serviços, manutenção, reforma, desocupação e demolição. De acordo com a Caixa, estima-se que de 40% a 70% dos resíduos urbanos sejam de construção e demolição.

De acordo com a Caixa, podem se habilitar aos recursos consórcios públicos para gestão de resíduos sólidos, prefeituras de municípios com mais de 100 mil habitantes ou instituições vinculadas, responsáveis pela gestão de resíduos sólidos.

É condição para a seleção a existência de Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil ou Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, em vigor no município onde o projeto será implantado.

O Fundo Socioambiental Caixa recebe até 2% do lucro anual do banco para realizar investimentos em projetos sociais – de cidadania inclusiva e geração de trabalho e renda; e em projetos ambientais – de proteção da biodiversidade e para cidades mais sustentáveis.

Este mês, o Fundo Nacional do Meio Ambiente, do Ministério do Meio Ambiente, abriu chamada pública, em cooperação com o fundo, para aplicar R$ 6 milhões na biodiversidade da Caatinga. Neste caso, as inscrições estão abertas até 22 de agosto de 2011.

Fonte: Jornal DCI – Diário Comercio Industria e Serviços

Lareira ecológica decora, aquece e contribui com o consumo consciente

Postado por: Guto Arruda | Isolamento térmico | sexta-feira 10 junho 2011 20:11
Já imaginou ter uma lareira na sua casa ou apartamento que não tenha a necessidade de instalação de duto, não produza fumaça nem cheiro, mande o frio ir embora, decore o seu cantinho e, ainda, contribua com o meio ambiente? Isso já é possível com a lareira ecológica, que vem revolucionando o mercado e atende as exigências do consumo consciente.
O modelo que mostramos abaixo é da marca Cupola, possui chamas amarelas iguais as lareiras à lenha e a emissão de CO2 é menor que o equivalente à nossa respiração. Feita em recipientes de aço inoxidável, a chama da lareira ecológica se mantém acesa através do biofluido à base de etanol.
Fonte: www.KNAUF.com.br

Conama passa a considerar o gesso como material reciclável.

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Drywall,Isolamento Acústico,Isolamento térmico,Sustentabilidade | terça-feira 7 junho 2011 12:00

Os restos do gesso em suas várias formas inclusive Drywall, são recicláveis, e essa possibilidade agora está expressa na nova redação da Resolução no 307 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil.

Com a mudança, os resíduos do gesso, antes enquadrados na classe C (resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam sua reciclagem/recuperação), passaram para a classe B, que engloba os materiais recicláveis para outras destinações.

O gesso é utilizado na construção civil em diferentes aplicações, das quais as mais importantes são: plaquetas para forros, blocos para paredes, massas para revestimento de alvenaria, ornatos como sancas e molduras, moldes para produção industrial de louças sanitárias, além de chapas e massas para drywall, cujo consumo vem aumentando em ritmo acelerado nos últimos dez anos.

Todas essas aplicações geram resíduos, que podem ter três destinações: ser utilizados como ingredientes (na proporção de 5%) da produção de cimento, no qual o gesso atua como retardador de pega; voltar às fábricas para reaproveitamento nos respectivos processos produtivos; e ser transformados em gesso agrícola, utilizado como corretivo do solo e fonte adicional de enxofre.

 

A modificação na Resolução no 307 do Conama foi feita por iniciativa da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall (*), que desenvolveu longos estudos em parceria com a indústria de cimento, comprovando plenamente as possibilidades de reaproveitamento nesse setor.

Esse trabalho foi iniciado em 2008 e deu origem ao manual prático “Resíduos de Gesso na Construção Civil – Coleta, armazenagem e destinação para reciclagem”, publicado pela entidade e no momento em processo de revisão, incorporando a nova redação da resolução do Conama.

O trabalho da Associação Drywall também abriu uma nova oportunidade de negócios para as ATTs – Áreas de Transbordo e Triagem, a maioria das quais não trabalhava com resíduos de gesso, por falta de consumidores para esse material, contando agora com mais essa frente para expandir suas atividades.

Cimento- Hoje, a produção nacional de cimento, de acordo com dados de 2010, é de aproximadamente 80 milhões de toneladas anuais, em cuja fabricação podem entrar até 5% de gesso.

Ou seja, existe um potencial de consumo de gesso de até 4 milhões de toneladas por ano, parte dos quais podem ser supridos integralmente com resíduos da construção.

Basta citar que, atualmente, a indústria do cimento consome cerca de 1 milhão de toneladas anuais de gipsita, minério do qual se extrai o gesso, volume que pode ser parcialmente substituído por resíduos do gesso da construção, com efeitos positivos sobre o meio ambiente e a longevidade das jazidas brasileiras desse minério.

Saiba mais sobre a resolução acessando: Resolução Conama n° 431/2011, que altera o texto com relação à classificação de re´siduos da construção civil

Resolução Conama n° 307/2002

S/A Comunicação Joana d`Avila – joana@sacomunicacao.com

 

Consumo de drywall cresceu 28,2% no primeiro trimestre.

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Drywall,Isolamento Acústico,Isolamento térmico,Sustentabilidade | sexta-feira 3 junho 2011 12:59

 

 

O consumo de chapas de gesso para drywall continuou em elevação no primeiro trimestre, com expansão de 28,2% sobre o mesmo período de 2010. Foram consumidos em todo o país nesses três meses cerca de 8,7 milhões de metros quadrados de chapas contra quase 6,8 milhões de metros quadrados no primeiro trimestre do ano passado.

Esses dados foram divulgados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall, cujo presidente, Mario Castro, afirma: “Esse crescimento a taxas superiores aos principais índices de desempenho da economia do país reafirma a tendência de modernização da construção civil brasileira, adotando tecnologias que contribuem para aumentar a velocidade, a qualidade e a produtividade das obras”.

E complementa: “A tecnologia drywall ocupa a posição de destaque que tem hoje porque oferece vantagens já comprovadas na prática pelos profissionais do setor, dentre as quais se destacam flexibilidade de projeto, rapidez e limpeza na execução, precisão dimensional, qualidade de acabamento e desempenho acústico superior.

Além disso, todos os seus componentes são recicláveis, o que torna o sistema ambientalmente amigável e, portanto, adequado à sustentabilidade da construção”.

Mercado em números: Foram registrados aumentos de consumo em todas as regiões brasileiras. O maior aumento, de 78,3%, foi observado na região Centro-Oeste. Em seguida, vieram as regiões Sudeste exceto São Paulo, com 26%; Sul, com 21,7%, e São Paulo, com 20,5%. O menor aumento, de 15%, foi registrado na região Nordeste.

Reportagem de: Joana d`Avila – joana@sacomunicacao.com

Fonte: www.drywall.org.br

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