isolamento térmico, isolamento acústico, drywall
 
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Drywall para fazer mobiliário.

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Drywall,Sustentabilidade | segunda-feira 5 setembro 2011 17:42

Que o drywall é um sistema construtivo versátil isso está provado.

Agora, que o Drywall serve para fazer mobiliário, poucos sabiam. Acompanhe um texto muito interessante da Associação Brasileira de Fabricantes de chapa para Drywall sobre a versatilidade que o drywall proporcionada neste setor e nos detalhes de arquitetura.
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SALÃO DA RECICLAGEM PROMOVERÁ A CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Sustentabilidade | sexta-feira 29 julho 2011 16:21

 

Entulho da Antiga Rodoviária de Campinas na Av Andrade Neves.

A indústria da construção civil é considerada uma das grandes vilãs do meio ambiente.

Os entulhos gerados pela construção civil e por demolições representam cerca de 61% dos resíduos sólidos gerados nas cidades brasileiras, segundo dados da Secretaria Nacional de Saneamento do Ministério das Cidades.

Este percentual corresponde a 90 milhões de toneladas de lixo/ano, com elevados custos de gestão, seja para os construtores, seja para as prefeituras, ou ainda para a sociedade como um todo.

Somente na Cidade de São Paulo, são geradas cerca de 20 mil toneladas por dia de resíduos da construção e demolição (RCDs).

 

20 mil toneladas de entulho produzidos por dia.

As demolições produzem, principalmente, fragmentos de grande porte, que representam o maior problema devido à falta de locais apropriados para o seu descarte, sem a geração de passivos ambientais.

Demolição gera residios de porte grande

 

Depósitos clandestinos de entulho agravam os impactos ambientais, provocando o assoreamento de córregos e o entupimento de redes de drenagem, causando enchentes e a permeabilização do tecido urbano.

Atenta a este problema e comprometida com o esforço empreendido pela indústria da construção para reverter esse papel de vilã, a Sobratema reservou, na Construction Expo 2011, um espaço especial para a apresentação de soluções para a reciclagem desses resíduos.

É o Salão da Reciclagem, cuja proposta é difundir o conceito do reaproveitamento racional dos entulhos da construção e seus benefícios, bem como as alternatgivas em termos de tecnologias voltadas para a coleta e processamento dos resídios sólidos.

O visitante do salão poderá observar a apresentação de máquinas britadoras (recicladoras móveis de entulho) e moinhos, capazes de produzir agregados reciclados. O destaque será um grande britador de mandíbula, usado em demolições.

Além das máquinas e equipamentos, o salão terá espaço para a exibição de sub-produtos como blocos, bloquetes, telhas de concreto, pisos e areia, produzidos a partir de agregados reciclados.

Paralelamente ao salão, serão realizadas palestras e apresentações técnicas sobre o tema.

O Salão da Reciclagem será realizado pela Sobratema em parceria com a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição – Abrecon.

 

Fontes: ABRECON | SOBRATEMA

Novos prédios adotam tecnologias para economizar água e luz.

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,economia de energia,Isolamento Acústico,Isolamento térmico,Sustentabilidade | segunda-feira 25 julho 2011 12:44

 

Quem trabalha em edifícios mais modernos, ou pelo menos reformados, já convive, no ambiente profissional, com sistemas que reduzem o custo de manutenção do prédio no fim do mês -e o impacto ao ambiente.

Tornaram-se comuns, em empreendimentos comerciais, sensores de presença que acionam lâmpadas, torneiras que limitam a vazão de água, aparelhos de ar condicionado inteligentes.Agora, construtoras estão apostando na demanda por residências com soluções mais econômicas.

Em dois empreendimentos de padrão médio-alto que serão entregues ainda neste semestre, em São Paulo –um em Santana e outro na Mooca–, a Cyrela vai implementar um sistema de captação de chuva para irrigação de jardins plantados sobre lajes.

Pelo mecanismo, já usado em condomínios comerciais, a água fica armazenada entre o jardim e a laje e é sugada pelas plantas em época de estiagem. Não há gasto de energia elétrica nem intervenção humana, o que reduz as despesas de manutenção.

“É um projeto-piloto, que não implicou custos extras para os clientes. Queremos medir a economia que isso vai trazer para decidir se vamos estender a outros”, diz Débora Bertini, gerente-geral de desenvolvimento de produtos da Cyrela.

O sistema está orçado em 0,3% do custo da obra.

BICICLETÁRIO
Alguns edifícios têm ainda outras iniciativas como bicicletário e depósito para coleta de óleo para reciclagem.
A Tecnisa também tem colocado, em seus empreendimentos, sistemas que geram economia para o condomínio, como sensores de presença para iluminação de escadarias e halls e energia solar para 40% da água quente –item que já é exigido por lei na capital paulista.
“Os consumidores ainda não enxergam com clareza o benefício dessas soluções; olham mais o custo direto quando decidem comprar. Mas é questão de tempo, como foi com os empreendimentos comerciais”, diz Fabio Villas Bôas, diretor-executivo técnico da empresa.

CARROS ELÉTRICOS
A Tecnisa investe ainda em estações para abastecimento de carros elétricos nos prédios, embora, de acordo com a Fenabrave (federação dos distribuidores do setor), não haja carros desse tipo circulando no país por enquanto.
Um empreendimento de alto padrão –que deve ser entregue em três anos no Alto de Pinheiros, zona oeste da capital– terá seis “tomadas” para veículos híbridos nas garagens para uso coletivo, com medição individualizada.
O custo disso, R$ 150 mil, representa 0,6% da obra. “Acreditamos que a demanda por veículos elétricos deverá crescer em três anos, quando o empreendimento será entregue”, afirma Villas Bôas.

 

Reportagem: Caroline Matos

Fonte: Folha de São Paulo

Telhado ecológico atua como Isolamento térmico.

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Isolamento térmico | quarta-feira 13 julho 2011 20:04

Atualmente, um dos maiores problemas das grandes cidades é a impermeabilização do solo: o costume de asfaltar todas as ruas e cimentar todos os pátios e praças gera ilhas de calor (por conta do aquecimento) e enchentes, pois a água da chuva não consegue penetrar no solo, alagando rapidamente bairros e até cidades inteiras. Além do aumento de arborização nas ruas e praças e do uso de asfalto mais permeável como o bioasfalto, a colocação de telhados verdes nas casas e edifícios pode aumentar muito a qualidade de vida urbana, pois:

  • não custam mais que um telhado convencional;
  • purificam o ar;
  • diminuem a velocidade de escoamento das águas pluviais;
  • retém a chuva, auxiliando na drenagem urbana;
  • aumentam o conforto térmico e acústico da edificação e auxiliam no resfriamento do ar, tanto externo (atenuando as ilhas de calor urbanas) como interno (diminuindo o uso de aparelhos de condicionamento de ar).

Para instalação do telhado verde, recomenda-se contratar uma empresa especializada. Pode-se fazer numa nova edificação ou nas existentes, substituindo as telhas cerâmicas. O peso que é decarregado na estrutura é praticamente o mesmo dos telhados convencionais, não encarecendo a obra: um metro quadrado de telhado verde custa cerca de 120 reais.

  • Membrana à prova d’água (para impermeabilizar) – lona vinílica, manta plástica, etc.;
  • Camada de drenagem (para reter e drenar a água) – brita, cacos de telhas, refugos da indústria cerâmica, etc.;
  • Solo ou substrato (para absorver a água e dar nutrientes para a vegetação) – terra do próprio local;
  • Cobertura (para impedir a erosão) – serragem, fibras de côco, refugos da indústria madereira, etc.

Recomenda-se utilizar plantas de porte baixo, raízes não profundas, crescimento lento e que não necessitem de muita manutenção. O ideal é utilizar plantas nativas ou que já estejam adaptadas ao clima local. No Brasil, as mais indicadas são as seduns, que resistem bem às intempéries, e as menos indicadas são as gramíneas comuns, por crescerem muito e necessitarem de constantes cuidados.

Além disso tudo, a cidade ainda fica mais bonita! Não seria bem melhor vermos muito verde ao invés do cinza usual de nossos centros urbanos?

Links Externos – Ecotelhado / Planta Certa para Telhado Ig

Vanessa Mendes Argenta @vanmagenta
Arquiteta e Urbanista
Site: http://www.flickr.com/photos/vanmagenta

Artigo publicado no: www.coletivoverde.com.br

Isolamento Térmico e a economia de energia elétrica.

Todos nós gostaríamos de viver e trabalhar em confortotáveis ambientes com temperatura agradável tanto  no inverno quanto no verão. No entanto, será que temos que usar tanta energia assim para funcionar nosso sistema de ar condicionado?

Podemos usar muito menos energia se aplicado Isolamento Térmico com lã de rocha, o que torna o uso da energia mais eficiente.

Estudos recentes mostram que usando técnologia comprovadamente eficientes para economia de energia, como Isolamento Térmico, podemos economizar de 70% a 90% a energia para aquecer ou resfriar os ambientes.

Isolamento termico sendo aplicado em parede externa na Indústria.

 

O Isolamento Térmico pode ser usado em todos os ambientes em uma construção isolando inclusive teto, forro, cômodos, paredes externas e faces ventiladas.

O Isolamento termico também é aplicado na Industria para cobrir tubulações e caldeiras, na redução de potencial perda de calor em usinas de energia ou em qualquer tipo de prédio industrial.

 

No Brasil por exemplo não existe ainda legislação que obriga ou que determine o nivel de isolamento térmico para prédios industriais ou residenciais.

No entanto é sempre melhor o uso do Isolamento Térmico para melhorar o uso da energia elétrica com o aquecimento ou refrigeração de ambientes.

Com os custos de energia elétrica aumentando, todos os investidores em construção civil com perfil inovador e conscientes do compromisso que temos com a conservação de energia no planeta, deveriam assegurar a inclusão nos seus empreendimentos soluções de Isolamento Térmico.

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