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Isolamento Acústico residêncial evita reclamações dos vizinhos.

Postado por: Guto Arruda | Isolamento Acústico,Isolamento térmico | terça-feira 2 agosto 2011 1:46

 

Isolamento acústico: boa vizinhança

A Tecnologia do Isolamento acústico permite que você consiga ouvir sua musica preferida ou assistir um bom filme de ação no Home Theater novíssimo com o volume lá em cima.

 

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Decibelímetro é o usado para medir o ruido dentro do imóvel.

 

Quando se vive em apartamentos então, a brincadeira das crianças e até o latido do cachorrinho pode provocar um desconforto com algum vizinho mais estressado.

O importante é se informar; estar a par de todos os direitos e deveres quando se trata da Lei do Silêncio que tem suas versões: municipais, estaduais e federal.

 

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Isolamento Acústico pode diminuir o desconforto.

 

Alguns imóveis já contam com Isolamento Acústico e Isolamento Térmico

Alguns imóveis estão sendo lançados em SP com sistema de isolamento acústico e isolamento térmico que ajuda a evitar que o som se propague de uma unidade para outra dentro de um prédio ou que o som exterior tire a paz de moradores ou de executivos em um prédio comercial.

A tecnologia está a disposição de todos, até mesmo de quem já tem o seu imóvel e na reforma, decida instalar isolamento acústico e isolamento térmico afim de valorizar o imóvel e melhorar a qualidade de vida.

 

Exemplo de imóvel com sistema de isolamento acústico e térmico.

 

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Em artigo recente publicado pela Revista Exame podemos entender como funcionam as leis que protegem aqueles que se sentem incomodados com barulho ou ruídos provenientes de várias fontes.

Leia aqui o artigo da Revista Exame: Quando é possível reclamar do vizinho barulhento.

 

 

 

Isolamento Térmico e a economia de energia elétrica.

Todos nós gostaríamos de viver e trabalhar em confortotáveis ambientes com temperatura agradável tanto  no inverno quanto no verão. No entanto, será que temos que usar tanta energia assim para funcionar nosso sistema de ar condicionado?

Podemos usar muito menos energia se aplicado Isolamento Térmico com lã de rocha, o que torna o uso da energia mais eficiente.

Estudos recentes mostram que usando técnologia comprovadamente eficientes para economia de energia, como Isolamento Térmico, podemos economizar de 70% a 90% a energia para aquecer ou resfriar os ambientes.

Isolamento termico sendo aplicado em parede externa na Indústria.

 

O Isolamento Térmico pode ser usado em todos os ambientes em uma construção isolando inclusive teto, forro, cômodos, paredes externas e faces ventiladas.

O Isolamento termico também é aplicado na Industria para cobrir tubulações e caldeiras, na redução de potencial perda de calor em usinas de energia ou em qualquer tipo de prédio industrial.

 

No Brasil por exemplo não existe ainda legislação que obriga ou que determine o nivel de isolamento térmico para prédios industriais ou residenciais.

No entanto é sempre melhor o uso do Isolamento Térmico para melhorar o uso da energia elétrica com o aquecimento ou refrigeração de ambientes.

Com os custos de energia elétrica aumentando, todos os investidores em construção civil com perfil inovador e conscientes do compromisso que temos com a conservação de energia no planeta, deveriam assegurar a inclusão nos seus empreendimentos soluções de Isolamento Térmico.

Isolamento Acústico Residêncial

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Drywall,Isolamento Acústico,Sustentabilidade | sexta-feira 8 julho 2011 13:08

O som é uma forma de energia. Quanto mais energia produzida em um lugar, maior será o efeito que essa energia terá em outro lugar, se puder chegar lá.

Por exemplo:

  • Jogar uma pedra = Energia expelida
  • Ser atingido por uma pedra = Energia recebida.

Quanto mais forte a pedra é arremessada, maior será a dor que ela vai infligir em quem recebe a pedrada.

Existem 3 maneiras de evitar sentir a dor da pedrada:

  1. Vestir alguma coisa dura e densa; assim a pedra bate a volta. Você pode até sentir o impacto quando ela bater, mas o efeito vai ser menor.
  2. Vestir algo grosso e macio; a energia da pedra vai ser absorvida, Você vai sentir a pedra, mas a maior parte da força dela já foi absorvida.
  3. Dar um catiripapo no engraçadinho com a pedra antes que ele a jogue.

O mesmo princípio pode ser aplicao ao som. Obviamente que com o som o processo fica um pouco mais complicado por causas das diferentes frequências, cada uma produz diferentes tipos de energias que precisam ser tratadas de maneiras diferentes… se a pedra for muito afiada, pequena e pontuda, pode ser que perfure a proteção, se for grande e achatada pode ser que não.

As duas opções de controle do som se apresentam-se com muitas variações, que basicamente podem ser divididas nas áreas, conforme abaixo:

 

Lã de rocha na absorção de som.

  • Absorção Passiva: Quando o som passa através de um material absorvedor como a lã de rocha ou espuma acústica, as ondas de som são forçadas a trocar de direção muitas vezes e viajar grandes distancias antes que o o som passe completamente pelo material absorvedor.

Cada vez que as ondas de som trocam de direção, uma parte da sua energia é absorvida e convertida em calor. Quando existe uma superfície refletiva atrás do absorvedor, (uma parede por exemplo) o som vai ser refletido devolta através do material absorvedor mais uma vez. Camadas absorvedoras funcionam melhor quando tem uma superfície refletiva atrás deles. Para alguns tipos de som (de baixa frequência) o ideal é que haja uma camada de ar entre o material absorvedor e a superfície refletiva ou parede.

 

Exemplo de Barreira Acústica sólida em estrada.

  • Barreira: Uma barreira acústica pode ser construída por quase qualquer material que não seja poroso. Já que o som é energia, uma barreira eficiente deve ter massa suficiênte (peso e densidade) e baixa ressonância para parar (ou refletir) essa energia.

Altos niveis de som podem “mexer” com qualquer superfície que encontram causando com que a superfície vibre na sua frequência de ressonâcia o que inevitavelmente fará com que a parede balance.

Baixas frequências contem mais energia porque um grande volume de ar é deslocado para produzir a amplitude da onda associada também a frequencias super baixas (sub bass).

 

 

Esses sons de baixa frequência facilmente mexem com a maioria dos materiais usados na contrução civil como madeiras e  grossas placas de isopor de até 12.5mm.

Estas 2 maneiras apresentadas podem ser aplicadas em paredes, forros (tetos) e pisos.

Um dos maiores nomes em Isolamento Térmico é a fabricante Knauf, fornecedor exclusivo de materiais acústicos e forros da Isoline; podemos encontrar no site da Knauf uma ferramenta de calculo do conforto acústico. Basta acessar o link abaixo, aceitar os termos de uso e colocar as informações necessárias:

Calculo de Conforto Acústico Knauf

Antes de executar qualquer ajuste no imóvel referente a Isolamento Térmico e Isolamento Acústico é recomendado a consulta com um Engenheiro ou Arquiteto habilitado, para que a melhor solução seja apontada e não haja desperdício de material ou perda do investimento.

 

 

 

Lareira ecológica decora, aquece e contribui com o consumo consciente

Postado por: Guto Arruda | Isolamento térmico | sexta-feira 10 junho 2011 20:11
Já imaginou ter uma lareira na sua casa ou apartamento que não tenha a necessidade de instalação de duto, não produza fumaça nem cheiro, mande o frio ir embora, decore o seu cantinho e, ainda, contribua com o meio ambiente? Isso já é possível com a lareira ecológica, que vem revolucionando o mercado e atende as exigências do consumo consciente.
O modelo que mostramos abaixo é da marca Cupola, possui chamas amarelas iguais as lareiras à lenha e a emissão de CO2 é menor que o equivalente à nossa respiração. Feita em recipientes de aço inoxidável, a chama da lareira ecológica se mantém acesa através do biofluido à base de etanol.
Fonte: www.KNAUF.com.br

Conama passa a considerar o gesso como material reciclável.

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Drywall,Isolamento Acústico,Isolamento térmico,Sustentabilidade | terça-feira 7 junho 2011 12:00

Os restos do gesso em suas várias formas inclusive Drywall, são recicláveis, e essa possibilidade agora está expressa na nova redação da Resolução no 307 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil.

Com a mudança, os resíduos do gesso, antes enquadrados na classe C (resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam sua reciclagem/recuperação), passaram para a classe B, que engloba os materiais recicláveis para outras destinações.

O gesso é utilizado na construção civil em diferentes aplicações, das quais as mais importantes são: plaquetas para forros, blocos para paredes, massas para revestimento de alvenaria, ornatos como sancas e molduras, moldes para produção industrial de louças sanitárias, além de chapas e massas para drywall, cujo consumo vem aumentando em ritmo acelerado nos últimos dez anos.

Todas essas aplicações geram resíduos, que podem ter três destinações: ser utilizados como ingredientes (na proporção de 5%) da produção de cimento, no qual o gesso atua como retardador de pega; voltar às fábricas para reaproveitamento nos respectivos processos produtivos; e ser transformados em gesso agrícola, utilizado como corretivo do solo e fonte adicional de enxofre.

 

A modificação na Resolução no 307 do Conama foi feita por iniciativa da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall (*), que desenvolveu longos estudos em parceria com a indústria de cimento, comprovando plenamente as possibilidades de reaproveitamento nesse setor.

Esse trabalho foi iniciado em 2008 e deu origem ao manual prático “Resíduos de Gesso na Construção Civil – Coleta, armazenagem e destinação para reciclagem”, publicado pela entidade e no momento em processo de revisão, incorporando a nova redação da resolução do Conama.

O trabalho da Associação Drywall também abriu uma nova oportunidade de negócios para as ATTs – Áreas de Transbordo e Triagem, a maioria das quais não trabalhava com resíduos de gesso, por falta de consumidores para esse material, contando agora com mais essa frente para expandir suas atividades.

Cimento- Hoje, a produção nacional de cimento, de acordo com dados de 2010, é de aproximadamente 80 milhões de toneladas anuais, em cuja fabricação podem entrar até 5% de gesso.

Ou seja, existe um potencial de consumo de gesso de até 4 milhões de toneladas por ano, parte dos quais podem ser supridos integralmente com resíduos da construção.

Basta citar que, atualmente, a indústria do cimento consome cerca de 1 milhão de toneladas anuais de gipsita, minério do qual se extrai o gesso, volume que pode ser parcialmente substituído por resíduos do gesso da construção, com efeitos positivos sobre o meio ambiente e a longevidade das jazidas brasileiras desse minério.

Saiba mais sobre a resolução acessando: Resolução Conama n° 431/2011, que altera o texto com relação à classificação de re´siduos da construção civil

Resolução Conama n° 307/2002

S/A Comunicação Joana d`Avila – joana@sacomunicacao.com

 

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