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Conama passa a considerar o gesso como material reciclável.

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Drywall,Isolamento Acústico,Isolamento térmico,Sustentabilidade | terça-feira 7 junho 2011 12:00

Os restos do gesso em suas várias formas inclusive Drywall, são recicláveis, e essa possibilidade agora está expressa na nova redação da Resolução no 307 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil.

Com a mudança, os resíduos do gesso, antes enquadrados na classe C (resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam sua reciclagem/recuperação), passaram para a classe B, que engloba os materiais recicláveis para outras destinações.

O gesso é utilizado na construção civil em diferentes aplicações, das quais as mais importantes são: plaquetas para forros, blocos para paredes, massas para revestimento de alvenaria, ornatos como sancas e molduras, moldes para produção industrial de louças sanitárias, além de chapas e massas para drywall, cujo consumo vem aumentando em ritmo acelerado nos últimos dez anos.

Todas essas aplicações geram resíduos, que podem ter três destinações: ser utilizados como ingredientes (na proporção de 5%) da produção de cimento, no qual o gesso atua como retardador de pega; voltar às fábricas para reaproveitamento nos respectivos processos produtivos; e ser transformados em gesso agrícola, utilizado como corretivo do solo e fonte adicional de enxofre.

 

A modificação na Resolução no 307 do Conama foi feita por iniciativa da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall (*), que desenvolveu longos estudos em parceria com a indústria de cimento, comprovando plenamente as possibilidades de reaproveitamento nesse setor.

Esse trabalho foi iniciado em 2008 e deu origem ao manual prático “Resíduos de Gesso na Construção Civil – Coleta, armazenagem e destinação para reciclagem”, publicado pela entidade e no momento em processo de revisão, incorporando a nova redação da resolução do Conama.

O trabalho da Associação Drywall também abriu uma nova oportunidade de negócios para as ATTs – Áreas de Transbordo e Triagem, a maioria das quais não trabalhava com resíduos de gesso, por falta de consumidores para esse material, contando agora com mais essa frente para expandir suas atividades.

Cimento- Hoje, a produção nacional de cimento, de acordo com dados de 2010, é de aproximadamente 80 milhões de toneladas anuais, em cuja fabricação podem entrar até 5% de gesso.

Ou seja, existe um potencial de consumo de gesso de até 4 milhões de toneladas por ano, parte dos quais podem ser supridos integralmente com resíduos da construção.

Basta citar que, atualmente, a indústria do cimento consome cerca de 1 milhão de toneladas anuais de gipsita, minério do qual se extrai o gesso, volume que pode ser parcialmente substituído por resíduos do gesso da construção, com efeitos positivos sobre o meio ambiente e a longevidade das jazidas brasileiras desse minério.

Saiba mais sobre a resolução acessando: Resolução Conama n° 431/2011, que altera o texto com relação à classificação de re´siduos da construção civil

Resolução Conama n° 307/2002

S/A Comunicação Joana d`Avila – joana@sacomunicacao.com

 

Consumo de drywall cresceu 28,2% no primeiro trimestre.

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Drywall,Isolamento Acústico,Isolamento térmico,Sustentabilidade | sexta-feira 3 junho 2011 12:59

 

 

O consumo de chapas de gesso para drywall continuou em elevação no primeiro trimestre, com expansão de 28,2% sobre o mesmo período de 2010. Foram consumidos em todo o país nesses três meses cerca de 8,7 milhões de metros quadrados de chapas contra quase 6,8 milhões de metros quadrados no primeiro trimestre do ano passado.

Esses dados foram divulgados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall, cujo presidente, Mario Castro, afirma: “Esse crescimento a taxas superiores aos principais índices de desempenho da economia do país reafirma a tendência de modernização da construção civil brasileira, adotando tecnologias que contribuem para aumentar a velocidade, a qualidade e a produtividade das obras”.

E complementa: “A tecnologia drywall ocupa a posição de destaque que tem hoje porque oferece vantagens já comprovadas na prática pelos profissionais do setor, dentre as quais se destacam flexibilidade de projeto, rapidez e limpeza na execução, precisão dimensional, qualidade de acabamento e desempenho acústico superior.

Além disso, todos os seus componentes são recicláveis, o que torna o sistema ambientalmente amigável e, portanto, adequado à sustentabilidade da construção”.

Mercado em números: Foram registrados aumentos de consumo em todas as regiões brasileiras. O maior aumento, de 78,3%, foi observado na região Centro-Oeste. Em seguida, vieram as regiões Sudeste exceto São Paulo, com 26%; Sul, com 21,7%, e São Paulo, com 20,5%. O menor aumento, de 15%, foi registrado na região Nordeste.

Reportagem de: Joana d`Avila – joana@sacomunicacao.com

Fonte: www.drywall.org.br

Drywall – Vantagens e aplicações.

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Drywall,Isolamento Acústico,Sustentabilidade | segunda-feira 10 maio 2010 16:47
São muitas as vantagens oferecidas pelo drywall – use sempre os serviços de um profissional especializado para obter os melhores resultados.
Rapidez e limpeza na montagem – Uma parede, um forro ou um revestimento em drywall é executado com muita rapidez e gera muito pouco entulho. Por exemplo, a montagem de uma parede divisória para a criação de um novo ambiente em uma casa ou apartamento demora apenas 24 a 48 horas. Nesse prazo, a parede estará pronta, com porta, tomadas e interruptores instalados, pronta para receber a pintura final.
Reformas fáceis – Em razão da rapidez e da limpeza na montagem dos sistemas drywall, reformar um imóvel ficou muito mais simples. E os sistemas drywall permitem soluções criativas, como uso de curvas, recortes para iluminação embutida e muito mais.
Manutenção e reparos – A mesma vantagem de rapidez e limpeza está presente na hora de se consertar um vazamento de água, por exemplo. Nesse caso, basta fazer com um serrote de ponta um pequeno recorte na chapa da parede, suficiente para permitir o conserto do encanamento, e depois fechar a parede com o mesmo pedaço de chapa. Um profissional especializado executa esse tipo de serviço em apenas um dia, sem o tradicional quebra-quebra das paredes comuns de tijolos ou blocos.
Precisão e qualidade de acabamento – Os sistemas drywall são precisos nas suas medidas e proporcionam uma qualidade de acabamento superficial única, perfeitamente lisa. Além disso, os sistemas drywall aceitam qualquer tipo de acabamento: pintura, textura, azulejos, pastilhas, mármore, granito, papel de parede, lambris de madeira, etc.
Isolamento de ruídos – Os sistemas drywall atuam como isolamento acústico e contribuem para tornar os ambientes mais confortáveis no que se refere à transmissão de ruídos.
Ganho de área útil – Como as paredes drywall são mais estreitas do que as de blocos ou tijolos, há um ganho na área útil. Esse ganho é de 5% aproximadamente. Por exemplo: em um apartamento de 100 m2, o ganho será de 5 m2, equivalente a 10 metros frontais de armários embutidos.
Fonte: Associação Brasileira de fabricantes de chapas de Drywall.
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