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Sistema Drywall para Hotelaria

Postado por: Guto Arruda | Drywall | segunda-feira 5 março 2012 10:52

A rede hoteleira é um grande consumidor e apreciador do Sistema Construtivo em Drywall pela sua versatilidade, rapidez na montagem ou reforma, e também pela variedade de produtos e soluções oferecidas. (mais…)

Drywall você já conhece mas não sabe ainda.

Postado por: Guto Arruda | Drywall | segunda-feira 6 fevereiro 2012 11:01

Por incrível que pareça, ainda ouvimos a pergunta: Drywall? O que é isso? E a gente vai logo explicando: O drywall é um sistema construtivo que usa montantes e guias de alumínio e chapas de gesso acartonado; causa menos desperdício e é mais rápido e limpo que o sistema tradicional de alvenaria. (mais…)

Quem tem medo do Drywall?

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Drywall | sexta-feira 14 outubro 2011 19:18

Muita gente confunde o Drywall com parede de gesso. O sistema drywall de construção é composto de elementos que proporcionam versatilidade na construção civil, rápida instalação e facilidade nos reparos e reformas.

Por isso muita gente torce o nariz quando lhe sugerem a construção de paredes em drywall.
(mais…)

Drywall: tecnologia a ser descoberta.

Postado por: Guto Arruda | Drywall,economia na indústria,Sustentabilidade | quinta-feira 11 agosto 2011 13:22

Drywall quase um desconhecido.

Muitas dúvidas ainda pairam sobre o Drywall no Brasil.

Alguns dizem que é porque o nome assusta por estar em inglês, sinônimos de drywall para a nossa língua podem ser: Parede de Gesso ou Gesso acartonado.

Drywall -  construão a seco - Isoline

Drywall - sistema de construção a seco.

 

O que contribui muito para o sistema Drywall são as vantagens, que são muitas:

  • Rapidez e limpeza na montagem – Uma parede, um forro ou um revestimento em drywall é executado com muita rapidez e gera muito pouco entulho. Por exemplo, a montagem de uma parede divisória para a criação de um novo ambiente em uma casa ou apartamento demora apenas 24 a 48 horas. Nesse prazo, a parede estará pronta, com porta, tomadas e interruptores instalados, pronta para receber a pintura final.
  • Reformas fáceis – Em razão da rapidez e da limpeza na montagem dos sistemas drywall, reformar um imóvel ficou muito mais simples. E os sistemas drywall permitem soluções criativas, como uso de curvas, recortes para iluminação embutida e muito mais.
  • Manutenção e reparos – A mesma vantagem de rapidez e limpeza está presente na hora de se consertar um vazamento de água, por exemplo. Nesse caso, basta fazer com um serrote de ponta um pequeno recorte na chapa da parede, suficiente para permitir o conserto do encanamento, e depois fechar a parede com o mesmo pedaço de chapa. Um profissional especializado executa esse tipo de serviço em apenas um dia, sem o tradicional quebra-quebra das paredes comuns de tijolos ou blocos.
  • Precisão e qualidade de acabamento – Os sistemas drywall são precisos nas suas medidas e proporcionam uma qualidade de acabamento superficial única, perfeitamente lisa. Além disso, os sistemas drywall aceitam qualquer tipo de acabamento: pintura, textura, azulejos, pastilhas, mármore, granito, papel de parede, lambris de madeira, etc.
  • Isolamento acústico de ruídos – Os sistemas drywall isolam melhor os sons e contribuem para tornar os ambientes mais confortáveis no que se refere à transmissão de ruídos.
  • Ganho de área útil – Como as paredes drywall são mais estreitas do que as de blocos ou tijolos, há um ganho na área útil. Esse ganho é de 5% aproximadamente. Por exemplo: em um apartamento de 100 m2, o ganho será de 5 m2, equivalente a 10 metros frontais de armários embutidos.

Acompanhe um trecho do programa “Enquanto você não vem” onde o sistema Drywall é usado:

Drywall praticidade na instalação

 

Fonte: Associação Brasileira dos produtores de chapas para Drywall.

Conama passa a considerar o gesso como material reciclável.

Postado por: Guto Arruda | Construção Sustentável,Drywall,Isolamento Acústico,Isolamento térmico,Sustentabilidade | terça-feira 7 junho 2011 12:00

Os restos do gesso em suas várias formas inclusive Drywall, são recicláveis, e essa possibilidade agora está expressa na nova redação da Resolução no 307 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil.

Com a mudança, os resíduos do gesso, antes enquadrados na classe C (resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam sua reciclagem/recuperação), passaram para a classe B, que engloba os materiais recicláveis para outras destinações.

O gesso é utilizado na construção civil em diferentes aplicações, das quais as mais importantes são: plaquetas para forros, blocos para paredes, massas para revestimento de alvenaria, ornatos como sancas e molduras, moldes para produção industrial de louças sanitárias, além de chapas e massas para drywall, cujo consumo vem aumentando em ritmo acelerado nos últimos dez anos.

Todas essas aplicações geram resíduos, que podem ter três destinações: ser utilizados como ingredientes (na proporção de 5%) da produção de cimento, no qual o gesso atua como retardador de pega; voltar às fábricas para reaproveitamento nos respectivos processos produtivos; e ser transformados em gesso agrícola, utilizado como corretivo do solo e fonte adicional de enxofre.

 

A modificação na Resolução no 307 do Conama foi feita por iniciativa da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall (*), que desenvolveu longos estudos em parceria com a indústria de cimento, comprovando plenamente as possibilidades de reaproveitamento nesse setor.

Esse trabalho foi iniciado em 2008 e deu origem ao manual prático “Resíduos de Gesso na Construção Civil – Coleta, armazenagem e destinação para reciclagem”, publicado pela entidade e no momento em processo de revisão, incorporando a nova redação da resolução do Conama.

O trabalho da Associação Drywall também abriu uma nova oportunidade de negócios para as ATTs – Áreas de Transbordo e Triagem, a maioria das quais não trabalhava com resíduos de gesso, por falta de consumidores para esse material, contando agora com mais essa frente para expandir suas atividades.

Cimento- Hoje, a produção nacional de cimento, de acordo com dados de 2010, é de aproximadamente 80 milhões de toneladas anuais, em cuja fabricação podem entrar até 5% de gesso.

Ou seja, existe um potencial de consumo de gesso de até 4 milhões de toneladas por ano, parte dos quais podem ser supridos integralmente com resíduos da construção.

Basta citar que, atualmente, a indústria do cimento consome cerca de 1 milhão de toneladas anuais de gipsita, minério do qual se extrai o gesso, volume que pode ser parcialmente substituído por resíduos do gesso da construção, com efeitos positivos sobre o meio ambiente e a longevidade das jazidas brasileiras desse minério.

Saiba mais sobre a resolução acessando: Resolução Conama n° 431/2011, que altera o texto com relação à classificação de re´siduos da construção civil

Resolução Conama n° 307/2002

S/A Comunicação Joana d`Avila – joana@sacomunicacao.com

 

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